Cidadania, solidariedade e educação. Esses são os principais objetivos do
Projeto Ação Esporte, que oferece escolinhas de futsal para crianças de
comunidades pobres da Ilha do Governador. Patrocinado pela Esso, ExxonMobil
Química e Infinium Brasil - empresas que compõem o Terminal da Ilha do
Governador - o projeto beneficia crianças e adolescentes que estudam em
escolas públicas.
O idealizador do projeto é o professor de educação física Geraldo César
Barbosa. Desde 2003, o professor ensina futsal a crianças e jovens, com idade
entre 6 e 15 anos. O principal objetivo é utilizar o esporte como formação
para a cidadania e como instrumento para educação. "Além de ensinar o futsal,
os professores também atuam como educadores e buscam aprimorar o comportamento
desses jovens. Exigimos pontualidade, disciplina e educação", afirma.
Através do esporte, que é uma atividade prazerosa e saudável, busca-se ensinar
princípios básicos que possam fazer com que as crianças cresçam e se tornem
cidadãos mais solidários. Com bons exemplos de comportamento, é mais fácil
manter esses jovens distantes da criminalidade e da violência. "Com o futsal,
os atletas aprendem a respeitar os colegas, os adversários e as regras do
esporte. Essas crianças não são apenas carentes de dinheiro. São carentes de
bons exemplos, de atenção, de apoio e de carinho", garante Geraldo César
Barbosa.
O objetivo do Ação Esporte é evitar que as crianças de comunidades carentes
estejam nas ruas no período em que estão fora da escola. "Colaborar é nossa
obrigação social, por isso participamos de diversos programas comunitários. É
importante estar em sintonia e ajudar a comunidade próxima ao nosso Terminal",
avaliou José Alexandre Baptista, Gerente da Planta de Lubrificantes.
Ele acrescenta ainda, a importância do trabalho em equipe. "Por ser um esporte
coletivo, no futsal uma única pessoa não pode fazer o trabalho sozinha. É
preciso saber agir em coletividade. Essa lição, as crianças levam para a vida
toda".
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